PILATOS, VIDA E OBRA (inédita)

CRÍTICA

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Deise, ato três

Estão Deise e Tubaína. Tubaína sentado na cama, com as mãos no rosto, em fim de choro. Deise, na mesinha, tira o embrulho do vidro, tira a tampa e fica ameaçando tirar ele lá de dentro. Tubaína começa a prestar atenção na história. Ela, lentamente, enfia a mão lá dentro e pega o falso Pilatos. Deita-o numa das mãos e com os dedos da outra mão, finalmente, faz carinho nele. Tubaína vai até ela, pega o falso Pilatos e joga dentro do vidro e o tampa.

DEISE - Mas logo agora que eu tive coragem, amorzinho? Que eu peguei nele?

TUBAÍNA - Ele envelheceu, tá todo enrrugado, cheirando mal... Vou jogar ele fora... Ele não serve mais pra nada..