à boca pequena
a carne é fraca
a cavalo dado não se olham os dentes
a dar com o pau
a fé move montanhas
a justiça é cega
a mentira tem pernas curtas
a toque de caixa
a vaca foi para o brejo
a voz do povo é a voz de Deus
abafar a banca
adorar o próprio umbigo
afogar o ganso
água mole em pedra dura tanto bate até
que fura
água que passarinho não bebe
águas
passadas não movem moinhos
ajoelhou, tem que rezar
amarrar a cara
amarrar o bode
amigos certos, nas horas incertas
amor de pica fica
andar à toa
antes só do que mal acompanhado
ao pé da letra
ao pé do ouvido
aos quatro cantos
aos trancos e barrancos
apressado come cru
aquela que matou o guarda
arraia miúda
arranca-rabo
arroz-de-festa
as aparências enganam
até aí morreu o Neves