Como führer do povo alemão e chanceler do Reich, posso agradecer a Deus
neste momento em que ele nos abençoa tão maravilhosamente em nossa dura luta
e pedir-lhe que nós, e o resto dos países, encontremos a maneira certa, para
poder uma vez mais conceder ao povo alemão e de toda a Europa a bênção da
paz. Adolfo, setembro/39. - Depois da invasão da Polônia.
Deus continua lá de cima a olhar para os que defendem a paz e a liberdade. E
Deus pode continuar a abençoar a América. Obrigado. George, Março/2003. -
Depois da invasão do Iraque.
Como sempre, procurei causar, pelo método pacífico, ofertas para uma
alteração desta posição intolerável. É uma mentira quando o mundo exterior
diz que tentamos somente usar a pressão. Quinze anos atrás havia a
oportunidade de realizar estas revisões pacificamente. Em minha própria
iniciativa tenho, não só uma vez, mas várias, feito ofertas para uma revisão
em condições toleráveis. Todas estas ofertas, como você sabe, foram
rechaçadas para a limitação de armamentos e, sempre, em caso de necessidade,
o desarme; ofertas para a limitação de armamentos de guerra; ofertas para a
eliminação de certos métodos de guerra moderna. Adolfo, setembro/39. - No
dia da invasão da Polônia.
Meus cidadãos e companheiros, os acontecimentos no Iraque agora chegaram aos
dias finais de decisão. Durante mais de uma década, os Estados Unidos e
outras nações têm feito esforços pacientes e honrados para desarmar e regime
iraquiano, sem guerra. Este regime prometeu revelar e destruir todas as suas
armas de destruição total como condição para terminar a guerra do Golfo
persa em 1991. Desde então, o mundo tentou 12 anos de diplomacia. Temos
enviado centenas de inspetores de armas para supervisionar o desarme do
Iraque. Nossa boa-fé não teve retorno. Os esforços pacíficos de desarmar o
regime iraquiano falhou repetidas vezes, porque não estamos tratando com
homens pacíficos. George, março/2003. - Ultimato.
Alemanha e Rússia juntas revelaram um dos pontos mais agudos do perigo da
Europa com seu caráter ameaçador e, cada um em sua esfera, deve contribuir
para o bem-estar da gente que vive ali, assim ajudando a paz européia em
geral. Adolfo, setembro 1939. - No dia da invasão da Polônia.
Muitas nações, com certeza, têm a resolução e a coragem de atuar contra esta
ameaça de paz, e uma ampla coalizão agora está se fazendo para fazer a
justiça no mundo. O conselho de segurança das Nações Unidas não assumiu suas
responsabilidades, assim nós levantaremos as nossas.George, março/2003. -
Ultimato.
E esta crueldade não mudou desde então. Alguns soldados alemães foram mortos
e outros sadicamente torturados até morrerem. Torturam e massacram os
soldados alemães presos ao lutar. Desafortunadamente, alguns soldados
alemães que caíram nas mãos dos poloneses serão massacrados e torturados.
Adolfo, setembro/1939. - Depois da invasão da Polônia.
Na semana passada o mundo viu em primeira mão a natureza cruel do regime que
está morrendo. O regime continua sua regra pelo terror. Os prisioneiros de
guerra americanos foram brutalizados e executados. George, março/2003. -
Depois da invasão do Iraque.
As aldeias com centenas de habitantes alemães estão agora sem os homens
porque todos foram mortos. Em outras, violaram e foram assassinadas as
mulheres, meninas e os meninos foram ultrajados e mortos. Adolfo,
setembro/1939. - Depois da invasão da Polônia.
Milhares de opositores políticos e cidadãos civis foram presos e sujeitos a
detenção em cárceres arbitrariamente, com execução sumária. Tortura,
queimaduras, descarga elétrica, fome, mutilação e violação. Torturam as
esposas diante de seus maridos, os filhos na presença de seus pais: todos
estes horrores encobertos do mundo pelo aparato do estado totalitário.
George, setembro/2002. - Ultimato.
As tarefas que surgem da derrubada do estado polonês estão, dentro dos
interesses da esfera alemã, como segue: 1. Pacificação do território
inteiro, restaurando uma medida tolerável de paz e ordem. 2. Garantias
absolutas de segurança não somente do território conquistado, mas de toda a
região de interesse. 3 . Restabelecimento e reorganização da vida econômica,
do comércio, do transporte, implicando o desenvolvimento da cultura e da
civilização. Adolfo, setembro/1939. - Depois da invasão da Polônia.
Minha petição inclui os fundos para a reconstrução de um Iraque livre. A
América e nossos sócios na coalizão estão confiantes na ajuda aos cidadãos
iraquianos que sofreram debaixo de um tirano brutal. Que tenham alimento e
remédios necessários quanto antes. A população iraquiana verá a grande
compaixão não apenas dos Estados Unidos, mas de outras nações ao redor do
mundo que cuidarão do homem iraquiano e das condições de seu país. George,
março/2003. - Depois da invasão do Iraque.
Realmente, não sentimos nenhum ódio contra o povo checo. Temos vivido juntos
por anos. Adolfo, setembro/1939. - Depois da ocupação da Checoslováquia.
Os Estados Unidos não têm nada contra o povo iraquiano; ele vem sofrendo
muito, há muito tempo num cativeiro silencioso. A liberdade para o povo do
Iraque é uma grande causa moral e uma meta estratégica. O povo do Iraque
merece a segurança e todas as nações a pedem. As sociedades livres não se
intimidam com a crueldade. Os Estados Unidos apóiam a liberdade política e
econômica em um Iraque unificado. George, março/2003. - Depois da invasão do
Iraque.
(Agradeço ao primo Paulo von Kruger pela compilação das mencionadas
loucuras. Mario, abril/2203)